Você já ouviu falar na Síndrome de Bunourt? Essa é uma síndrome de caráter psíquico e depressivo, ligado diretamente a vida profissional. É como se o corpo e a mente se esgotassem e dissessem “Chega!”. No lugar da motivação que antes existia, se dar o lugar para desânimo, irritabilidade, falta de concentração, sensação de fracasso, tudo isso ocorre com o excesso de stress no trabalho.

Todos os profissionais estão sujeitos a isso, pois toda profissão tem seus momentos de stress, o problema maior vem quando é prolongado e em situação de competição ou de extrema responsabilidade. Como os sintomas iniciais podem ser confundidos com depressão, é importante que o paciente procure ajuda qualificada, para começar o tratamento. O acompanhamento com um profissional é de suma importância, mas também mudar o estilo de vida é fundamental, principalmente no momento que estamos vivendo, muitos estão trabalhando em casa, o lugar que seria para seu descanso, é importante manter a rotina calma e reservar um tempo para se desligar do modo profissional e assim relaxar.

Por outro lado é interessante manter uma agenda organizada, e compreender a importância de reservar um tempo para se dedicar a atividades de lazer por exemplo. A mente humana é uma caixinha de surpresas, mas podemos evitar possíveis desgastes emocionais.

No que se refere a síndrome de burnout, é necessário estar atento a sinais que indicam que você pode estar mais estressado do que o normal, excesso de cobrança, relacionamentos interpessoais conturbados no trabalho, principalmente se você tem algum conflito com seus superiores, se você se vê trabalhando em um ambiente aversivo, como um local barulhento, uma cadeira desconfortável, impedimento de se locomover no local de trabalho e etc, todos estes são fatores de risco para se desenvolver uma síndrome de burnout

Dentre os principais sintomas desta síndrome podemos citar: agressividade, mudanças bruscas de humor, dificuldade de concentração, ansiedade, depressão, pressão alta, insônia, cansaço, sudorese e dores musculares. O tratamento inclui o uso de antidepressivos aliado a psicoterapia.

A análise deve ser feita por um especialista em saúde mental, como psicólogos ou psiquiatras. Após sessões clínicas, o médico poderá dar o diagnóstico de burnout a partir de muitos fatores, como a intensidade dos sintomas e o quão incapacitante está sendo a condição.

        Entretanto, por mais que estes sinais sejam úteis, permitindo enxergar que algo está errado, senti-los não é nada confortável. “Negligenciar a saúde e o autocuidado em prol de trabalhos também são sinais de que algo não está certo”, avisa os especialistas.

Por isso, não ignore seus sentimentos e inquietações. De acordo com psicólogos, reprimir as apreensões do dia a dia pode provocar sintomas físicos graves, como tremores, desmaios, ataques de pânico e crises de choro.

Por: Gabriel Pereira de Souza, Thaís Lima de CarvalhoKátia, Mayara da Silva Mendes, Aline Raspante de Souza, Priscilla Rodrigues Dantas de Brito, Rodrigo Pires Fontana

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